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22/04/2016

Bom dia, ontem pela manhã fui informado por um associado de uma fala da  Sra. Graziella, e que de forma paciente escutei na integra.


É necessário esclarecer que a APRUS leu toda a sentença do desembargador quanto à antecipação de tutela e procurou esclarecer dois fatos, sendo, o primeiro, de que a "tarifária" que estava “em garantia” somente podendo atender às necessidades da VARIG, pois era garantia real da VARIG para o AERUS. Desde o princípio a APRUS escreveu que a decisão no que tange a outros fundos não contemplava a este outros, porque se referia a 2006 quando os outros fundos ainda estavam em vigor, ou seja, não estavam com intervenção/liquidação.


 O comentário de que o AERUS “cancelou” a decisão sobre os outros fundos, assim, carece de fundamento em função dos fatos descritos acima. Basta ler a sentença. 

  

Na continuidade da fala fiquei bastante satisfeito ao tomar conhecimento de que a PREVIC havia decido adotar uma solução (parecer jurídido) para a situação das viúvas(os) pós 2006, necessitando, para isso, apenas de uma autorização do Ministério de Previdência Social. Sinal de que meu último email onde solicitava posicionamento a respeito obteve o sucesso necessário, e que já poderia ter sido adotado a mais tempo, pois a instrução normativa foi encaminhada pela APRUS desde o final do ano passado.


Deixo de comentar preocupações sobre existência ou não de documentação do AERUS, pois o assunto pode ser resolvido sem pressa junto ao AERUS que sempre manteve as documentações contratuais com a segurança necessária e responderá a qualquer solicitação a respeito.


Caros associados da APRUS, participantes do AERUS aposentados, pensionistas e ativos, para vossa informação, desde que assumi a Direção Executiva da APRUSa todo movimento que cause insegurança a “outros”escutamos comentários, por exemplo, de que os pagamentos vão parar, ou isto vai prejudicar as negociações de acordo. 


Devemos informar que os valores da "tarifária" não atendem às necessidades para aposentados, pensionistas e ativos, não podendo, assim, ser motivo de “ansiedade” para a formulação de nenhum acordo.


Os comentários feitos contra a APRUS foram lamentáveis e infelizes, pois exatamente em razão das atitudes da APRUS o Presidente do AERUS na época, em retaliação clara, eliminou o desconto feito em folha das contribuições para a Associação. Lembro, ainda, a esta Senhora que se informa mal, de que a APRUS e somente ela, solicitou a Intervenção no AERUS, exatamente para proteger nossos interesses. Assim a APRUS trabalha de forma séria e produtiva para todos os participantes do AERUS e seus associados.

  

As providências que iremos tomar junto ao CNJ visam esclarecer o que de fato ocorreu com a “recuperação judicial”, e as condições hoje existentes quanto a garantia real obtida pelo AERUS, pois já tivemos no passado comentários de “interesses” de “alguns” por uma negociação de deságio, o que jamais poderemos vir a concordar, além de buscar esclarecimentos finais sobre nossos interesses junto a primeira vara de recuperação judicial.


Entendemos que o CNJ poderá nos esclarecer do que ocorreu no processo de recuperação judicial, que inclusive permitiu a venda da VARIG com o apoio de “alguns” por um valor de aprox. 36 milhões, e posteriormente revendida três meses depois, por aprox. 360 milhões. Enfim, queremos apenas que seja levantada a administração que conseguiu acabar com os recursos ainda existentes e entendo que merecemos isto.


Quanto a “prejuízos” que esta ação poderá vir a causar, lembro a todos que a APRUS é suficientemente responsável para não elaborar nada que venha a nos prejudicar, e informo que na vara de recuperação judicial não existe a condição de verba alimentar conforme mencionado no video, mas certamente não permitiremos quem venha a tentar algo contra nossos interesses.


Thomaz Raposo de Almeida Filho

  Diretor Presidente APRUS